Causos – O Super e a chave da roda
Certo “super”, muito gente boa, solicito como sempre, resolve acompanhar sua consultora numa visita ao um cliente “diamante”.Para os leigos, um cliente “diamante” é um cliente com possibilidades de gerarem bons e negócios e muito din-din.
E lá vão eles! Beca caprichada, cabelos alinhados, planos na ponta da língua. Resultado: Linhas, muitas linhas novas.
O “super” feliz da vida, consultora então, nem se fala e putz: cadê o celular! Ai começa a confusão!
Liga pro cliente! Não dá (nesse dia a vivo estava mexendo na rede e estava difícil falar no cel.)
Cliente percebe o esquecimento e liga pro escritório avisando para buscar o equipamento. Beleza!
Voltam!Não brinca, fecharam para o almoço, só retornam mais tarde. Tudo bem! Exclama o “super”, voltamos mais tarde.
Andam algumas quadras, calor de rachar, loucos para ficar no ar condicionado do carro.
Aproximam-se e bingo! O pneu traseiro está no chão!
Ela diz: Pega a chave de roda e trocamos rapidinho!
O “super” com um sorriso amarelo balbucia: não tenho!
Ela diz: Não entendi? Não tem o que?
O “super” repete, com o mesmo sorriso amarelo, mas, num tom mais audível, A CHAVE DE RODA DO CARRO.
Putz! É à hora de chamar o nosso herói, o “menino de ouro” (sua identidade é segredo, como a de todos os heróis, é claro!).
Chave de roda nas mãos, nosso “menino de ouro” caminha mais de 30 quarteirões (eu acho! tenho problema com meu GPS) e vai cumprir sua missão.
Não deu nem para agradecer a ele, pois como bom consultor que é, tinha um horário agendado e não tinha tempo para conversas.
Pneu trocado, pedido na mão, é só correr para dar tempo de inserir (mas isso é outra história, que conta depois), afinal a fila anda!


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